Estado 113? Idem, idem. Aspas, aspas. Explodi hoje em busca de um estado 33. Odeio chegar a esta fase em que nem sequer me sinto bem na minha pele. E, tudo porque tenho que estar aparentemente bem. Always. Porque aprendi a defender-me assim. Às tantas a tristeza impregna-se nas nossas veias e nem sequer nos apercebemos de onde vem aquele veneno. Corrói, magoa, sufoca…Até explodir. E, depois? Depois a fase em que cheiramos a pólvora no ar. “O que fiz de mal?” A minha resposta é sempre a mesma: “não fui autêntica… mais uma vez perdi-me no passado.”
Estado 113? Idem, idem. Aspas, aspas. Explodi hoje em busca de um estado 33. Odeio chegar a esta fase em que nem sequer me sinto bem na minha pele. E, tudo porque tenho que estar aparentemente bem. Always. Porque aprendi a defender-me assim. Às tantas a tristeza impregna-se nas nossas veias e nem sequer nos apercebemos de onde vem aquele veneno. Corrói, magoa, sufoca…Até explodir. E, depois? Depois a fase em que cheiramos a pólvora no ar. “O que fiz de mal?” A minha resposta é sempre a mesma: “não fui autêntica… mais uma vez perdi-me no passado.”